Nessa vida vale a pena preocupar-se por tão mas tão pouco..
E mesmo assim sempre que tenho um tempo paro e penso milhões de vezes no mesmo fato e mudo de ideia trocentas vezes até agir. Costumo tomar decisões por impulso, sem repensar chances, mas ainda tenho dúvidas se são as mais acertadas ou não. Não gosto de indecisão #fato, me apavora em todos os sentidos. Porém esta coragem não passa de um medo perverso de perder uma qualquer coisa essencial que possa passar despercebida aos olhos -daquela guria que gosta de analisar e mais do que isso necessita de uma segunda hipótese porque não se sustenta com a possibilidade de limitação, fim, previsibilidade. Que precisa se julgar, julgar aos outros na busca do mais simples segredo: viver. E mesmo com um temperamento simplista, depende da complexidade da arte das relações para ter uma base e fugir do óbvio da realidade -que não sabe transcender nem surpreender nem tampouco comover quem busca desafio e um eterno aprendizado.
Para que complicar meu bem, por que ter B se pode ter A?
Ter tudo não me dá prazer, mas, sentir a ilusão de precisar de um nada camuflado ainda me conquista.
21 de out. de 2011
10 de out. de 2011
1ª Ato
Aiai.. Às vezes dizem quem temos de deixar a vida nos levar, sem lutar
contra. E eu tô deixando.. Vem uma rajada de vento e saio junto! haha. Pareço uma folha tonta mesmo, sem saber aonde vai parar, apenas voando
aos sabores da sorte, aliás, sorte nada! -decisões impulsivas. Mas quem
disse que planejar dá certo? Nem sempre, sem um improviso então,
difícil. Nesse jogo eu sou aprendiz, tem sempre algo à se fazer e as
reviravoltas ficam guardadas nos segredos do tempo, prontas para serem
descobertas, na hora certa. E a pergunta é: Você joga ou jogam por ti? Eu sempre gostei de mistério.
7 de out. de 2011
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