28 de jun. de 2012

Brilha Onde Estiver, Teatro Mágico

Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe
O abraço de um vampiro é o sorriso de um amigo e mais nada
Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe
A estrela que eu escolhi não cumpriu com o que eu pedi
e hoje não a encontrei
Pois caiu no mar, e se apagou
Se souber nadar, faça-me o favor
O milagre que esperei nunca me aconteceu
Quem sabe só você
Pra trazer o que já é meu
Brilha onde estiver
Faz da lágrima o sangue que nos deixa de pé

26 de jun. de 2012

Não que eu não queria meu bem, eu até quero -você bem longe de mim.

24 de jun. de 2012

Deixa eu brincar de ser criança, construir uma roda gigante
Rir de coisas bestas e te contar meus sonhos sem pé nem cabeça
Andar por aí e divagar sozinha, construir todo dia uma história diferente da minha
Deixa eu fazer o que quiser e ser quem eu puder
Eu vou parar de perguntar, deixa que eu me viro.
Afinal, sempre há uma expectativa e uma renúncia por trás de cada decisão.

20 de jun. de 2012

Tão perto, tão longe



O que eu mais preciso nesse momento: água salgada, areia quente, torrar horas no sol, toda a energia que o verão e uma praia bem longe daqui podem propiciar *-*

Aiai, odeio pensar que falta tanto tempo. E me odeio quando odeio qualquer coisa.

19 de jun. de 2012

Olha só. Passei eu, passou ela, passou o tempo, ficou você. Me diz então, qual a graça de uma vida passarela?
Sai da frente, que aí vem mais uma bela!

18 de jun. de 2012

E não é lindo quando você sorri pra mim e balança meu coração?

passATEMPO

Saudades. Vontade de aparecer por aqui. Continuo perdendo meu tempo, claro que não sei onde, daí complica. Várias velhas novidades nessas duas semanas, rostos que tornam-se antigos, sombras que insistem em voltar, sentimentos que eu tenho que ignorar. Final do primeiro semestre e posso dizer que o curso atendeu as minhas expectativas e que estou certa de minha profissão. Pelo menos agora.
Julho chegará em breve. Férias? Só se for pela manhã. Incerto ainda. Na verdade vai equivaler à agora ou vou trabalhar mais. Amado antigo recesso escolar. Foi-se na hora. Aliás, tudo foi no seu tempo e chegou à seu momento. Eu que sou atrapalhada e perco o ritmo às vezes.
Amanhã mato mais aulinha *o* Mas é pra resolver questões, único tempo -já ocupado- que me resta. Ou então durmo, também seria uma boa. Preciso ouvir meu inconsciente e conversar com meus pensamentos, ou fugir deles, então me vou para mais uma noite de muitos sonhos. Durmam bem.

13 de jun. de 2012

Um tempo sem números, por favor!

Outrora, outros planos, outras distrações.
Agora não está como eu quero, daqui a pouco quem sabe.

Quisera eu saber conciliar meus sonhos de criança com os olhos de adulto...

11 de jun. de 2012

Happys Valentine's Days

Amor...
Sentimento estranho este. Aparece do nada, não se identifica nem diz a que veio mas, em pouco tempo dá novo sentido ao que sabemos e torna essencial aquilo o qual até agora vivemos sem. Dá graça comparar o quanto mudamos. E existem tantas cores quanto tipos de amores. Tem aquele que protege, abraça, cuida, estremece se nos machucamos e está sempre presente, porque é maior que todos os outros, maior que a compreensão. Esse é amor de mãe. Tem também aquele que bota pilha, grita, pula, briga e comemora junto. Esse nos conquista, é como um amigo, amor de amizade. Há ainda aquele que olha de longe, sabe de nossos passos, às vezes dá as caras mas prefere, ou deve, manter distância. No entanto, nunca sabemos até onde vai... É amor não correspondido ou não amadurecido. Tem também o amor em simples essência. Esse é danado. Machuca, teima e se traduz em diversas formas. Tem aquela tal fulana que te traz paz, segurança, sobriedade nas decisões, te dá alento e carinho. Te ama. Quem você sempre quis. Mas falta. Falta a paixão, a intensidade, a dificuldade, o acordo. Falta aquele amor que se encontra em beltrana que é teimosa, egoísta e dona de si. E mesmo assim é adorável com seu senso de humor. Nem sempre te dá bola, mas quando te olha parece que nunca se ausentou. Isso é amor de apaixonado. Alguém que ao invés de dar as respostas, te faz  novas perguntas. Que transforma seu mundo pacato, sereno, num caos sem razão, que só se estabiliza com um abraço. O amor não te dá segurança, te tira os pés do chão. Te enche de medos e a única certeza que se tem é de que valhe a pena. Valhe, porque não há nada igual ou parecido. É como, de repente, encontrar um sentido.

4 de jun. de 2012

Lapso do que todos veem, do que só eu vejo

Falta de sentido ou talvez sentido demais? Acredito que um pouco dos dois. Toda confusão tem duas opiniões, duas cabeças. Assim como a história vem de um pontapé certo que muda depois. Eu imagino um final mas, se me surpreender, talvez faça todo o sentido. E qual a parte da razão no sentido se não a imaginação?