Boa tarde, bela tarde (: Folguinha mais do que merecida hoje, desejada de veras. Trabalhar sábados à tarde é um saco, chato que só mas, pra variar faz parte. Último final de semana do mês e aí vem agosto, mês do desgosto, haha. Nem sabia disso, me disseram, terá lógica? Com ele voltam as aulas na Unisc e minha rotina retorna ao normal. Nem sei se isso é bom, achei que iria sentir falta das manhãs de estudo e das pessoas com "mente aberta" de lá. Que nada! Tirando algumas pessoinhas falta nenhuma me fez. Estranho, eu penso assim e meus colegas me dizem o contrário. Mau sinal? Tanto faz...
Fiz compras hoje. Nada que eu queria exatamente, tudo coisas que precisava. Como são opostas as sensações de conseguir o que quer e conseguir o que precisa. Sem graça nenhuma a segunda. Meu salário de logo menos já está todo destinado a prestações e gastos anteriores. Agora sei o que é trabalhar para pagar o que já foi gasto. Pensar nos 31 dias que vêm e não poder imaginar da maneira que quiser qual o destino das notinhas verdes mais amadas do mundo é desconsolador. Deveria havar um chip no nosso cérebro que nos aplicasse uma dose de choque toda vez que desejássemos gastar mais do que recebemos. Salvo caso de emergências. Mas não as de sapato, bolsa, perfume... Aiai, na verdade não sou tão consumista.
Estou lendo Marley e Eu, é maravilhoso. É fiel ao que um livro deve ser: Bem inscrito, inteligente e com doses de humor. Quem sabe um dia escrevo um desses. Já imaginou? Sessão de leitura com a autora Adryan Fuelber às três da tarde. Lindo! Voltando ao mundo de agora, gosto de ler livros que inspiraram filmes, mesmo depois de os ter olhado. Normalmente, a história escrita é melhor, passa a emoção verdadeira e guarda detalhes. Se o filme foi bom, poxa, quem dirá o livro!
Meu sonhos continuam irados, de tsunamis, casais apaixonados à pipoqueiras. Na loja que me arriam, dona dos sonhos mais loucos possíveis.
Me vou agora, fiquem bem.
28 de jul. de 2012
25 de jul. de 2012
18 de jul. de 2012
Tanto faz às vezes me satisfaz
Olá. Ando sumida, sei, já me disseram. Está tudo corrido mesmo, se ando sem tempo pra mim, quem dirá para os outros. Mas não dá nada, sossego demais logo me enlouquece. Hoje foram as provas teóricas, amém. Nada mais de lutar contras as minhas pálpebras teimosas se fechando na salinha da Auto-Escola. Quer dizer, resultado mesmo só segunda mas, acredito que passei. Positividade.
Desde o último final de semana a presença do meu afilhadinho número 1, que mora em Curitiba, é o que mais me alegra. Me adora. E como boa madrinha que sou, encho de presentes. Se pudesse gastava todo meu salário mimando quem gosto. Na verdade posso, não faço por responsabilidade. Afinal uma carteira não pagasse toda num passe de mágica. Mania comum de pensar sem raciocinar. Vício irritante de corrigir.
Minha vaidade anda gritando por mim e minha vida social não consegue me seduzir. É tão estranho as pessoas me perguntarem se vou numa festa, que nem prestei atenção em quando seria, quando em tempos atrás era comum me verem em "todas". A comparação com o passado é frequente por as coisas serem tão distintas. Vejo faces de mim em outros tempos que não via antes. Percebo situações e emoções que antes me eram totalmente incompreensíveis e sem sentido, tendo vazão e lógica agora. Inversão total de conceitos e sensações, tão previsível. E eu não previ. Hábito de viver agarrada ao hoje. Vontade do agora. Sempre sem se arrepender. Não fosse uma consciência justa seria loucura.
Como a maioria das pessoas e casos no momento, não são julgados relevantes o suficiente para minha atenção e os adjetivos atribuídos como "séria, dífícil e afins" continuam sendo o meu espelho para quase todo mundo e eu pouco me importo para tudo isso, constato que, sim, continuo centrada no meu roteiro de uma história para poucos. Como dizem, filósofa para uns, psicóloga para outros e ainda sem sentido algum para poucos, a verdade é que extremamente comum para mim mesma. Preciso escrever de maneira mais simples. Ok.
A noite me aguarda, beijo.
Desde o último final de semana a presença do meu afilhadinho número 1, que mora em Curitiba, é o que mais me alegra. Me adora. E como boa madrinha que sou, encho de presentes. Se pudesse gastava todo meu salário mimando quem gosto. Na verdade posso, não faço por responsabilidade. Afinal uma carteira não pagasse toda num passe de mágica. Mania comum de pensar sem raciocinar. Vício irritante de corrigir.
Minha vaidade anda gritando por mim e minha vida social não consegue me seduzir. É tão estranho as pessoas me perguntarem se vou numa festa, que nem prestei atenção em quando seria, quando em tempos atrás era comum me verem em "todas". A comparação com o passado é frequente por as coisas serem tão distintas. Vejo faces de mim em outros tempos que não via antes. Percebo situações e emoções que antes me eram totalmente incompreensíveis e sem sentido, tendo vazão e lógica agora. Inversão total de conceitos e sensações, tão previsível. E eu não previ. Hábito de viver agarrada ao hoje. Vontade do agora. Sempre sem se arrepender. Não fosse uma consciência justa seria loucura.
Como a maioria das pessoas e casos no momento, não são julgados relevantes o suficiente para minha atenção e os adjetivos atribuídos como "séria, dífícil e afins" continuam sendo o meu espelho para quase todo mundo e eu pouco me importo para tudo isso, constato que, sim, continuo centrada no meu roteiro de uma história para poucos. Como dizem, filósofa para uns, psicóloga para outros e ainda sem sentido algum para poucos, a verdade é que extremamente comum para mim mesma. Preciso escrever de maneira mais simples. Ok.
A noite me aguarda, beijo.
12 de jul. de 2012
Quase sexta-feira 13
Mas ein, boa noite. Como previ os dias estão corridos, do tipo "sem tempo pra nada". As tardes no trabalho custam a passar, as noites na autoescola me dão sono. As madrugadas, depois de ter me entupido de café, me apresentam a insônia. Meu despertador as oito horas não se importa com meu descanso. E eis que no meio de tudo surge uma cirurgia. Porra. Essa eu não esperava. Nada de mais, extração de dois sisos -aparentemente- mas, o fato de ter somente anestesia local me apavora. Sangue, ossos, dores, já tive demais isso na infância. Como sofri com meu joelho. Bah, não sei se defino como trauma mas é certo que me dá muito medo. Dezoito anos, três operações. Não soa muito legal. Não consigo raciocinar direito, só sei que tem que ser logo. Se pudesse não faria mas, adiar qualquer coisa me tira a paz. Merda de impaciência. E agora, vou pra faca nas inexistentes férias e atraso carteira e trabalho ou espero passar as teóricas e perco um pouco de unisc e loja? Na verdade nada me agrada porque não estava nos meus planos. Dramática, ressabiada, sensível no momento. Sem vontade de explanar mais questões, vejo tudo se ajeitando ainda. Preciso ir, beijo.
10 de jul. de 2012
3 de jul. de 2012
O que é que foi?
Boa noite (: Julho, segunda metade do ano e, seus ares com gostinho de verão e histórias, chegaram. A primeira medida de tempo passou e, levando em conta todos os seus dias, foi rápido. A fase que continua a de ser corrida, repleta. Trabalhar de manhã até a tardinha e emendar a auto escola depois. Volto para casa quase 11 hrs da noite. Cansativo? Pra caramba. Mas vocês sabem que não gosto de adiar as coisas e tento ser objetiva por vezes. Aí está uma entre as origens de uma característica que atribuem a mim: Séria. Não nego. Meu senso de responsabilidade é idiota, travamos várias batalhas ao longo de pensamentos e, ele vence quase sempre por exaustão. No restante, concordamos.
Amanhã tenho a última prova do semestre, que se resume a Photoshop, algo que nunca pensei aprender. Mas nunca é igual impossível: merdas de palavras que não representam coisa alguma. Com todo o respeito, claro.
Hoje atendi a um senhor muito grosso no loja. Aquele tipo de pessoa que além de xingar, tenta descontar toda a raiva do mundo no vendedor, pois acha que este é pago para ouvir seus absurdos. Santa ignorância. Eu tentei responder mas, fui agredida por um bando de palavras repletas de razão e ódio. Ok. Sou grande o bastante para me poupar da discussão, ser simpática e chorar depois que ele fosse embora. Na maioria dos casos quem têm amargura no coração é mais pobre do que a gente. Quase sinto compaixão, não fosse eu mudar o rumo de minha imaginação logo.
Confesso que sinto pânico às vezes ao pensar que certas pessoas com quem vivi intensamente ano passado -e outros, saíram tão abruptamente de minha vida. Me asfixia, mesmo, lembrar de todos os pequenos momentos e o quão verdadeiros foram e chegar a conclusão que acabaram por causa de homens, namoros e afins. Me alegra perceber quantas pessoas novas vieram participar de minha história, mesmo que não por muito tempo. Cada sonho, angústia e dúvidas que se esconde por trás de cada um me fascina. São tantos enredos incríveis por trás de rostos tão iguais... E sei que alguns destes levarão meu nome e um pedacinho de meu espírito em suas tramas e dramas. Como age a vida não é? Sempre cheia de surpresas e com um espelho enorme, que devolve a nós tudo o que damos. Intrigante tal perfeição no meio de tanta coisa errada.
Não acredito mais em horóscopo e estou em dúvida se creio em sorte e acaso. Convicções precisam ser constantemente reafirmadas, para serem de fato nossas, e estas ficaram na balança. Ainda me recuso a dar ouvidos a um tal de destino, que dizem, anda por aí soprando e empurrando a cada esquina. Loucura demais sermos manipulados a vida toda. Será?
Sempre me perco em devaneios, perguntas e busca da verdade. Haja tempo Adryan!
Falei demais por agora, fico por aqui. Bons sonhos e uma bela realidade para nós amanhã, beijo.
Amanhã tenho a última prova do semestre, que se resume a Photoshop, algo que nunca pensei aprender. Mas nunca é igual impossível: merdas de palavras que não representam coisa alguma. Com todo o respeito, claro.
Hoje atendi a um senhor muito grosso no loja. Aquele tipo de pessoa que além de xingar, tenta descontar toda a raiva do mundo no vendedor, pois acha que este é pago para ouvir seus absurdos. Santa ignorância. Eu tentei responder mas, fui agredida por um bando de palavras repletas de razão e ódio. Ok. Sou grande o bastante para me poupar da discussão, ser simpática e chorar depois que ele fosse embora. Na maioria dos casos quem têm amargura no coração é mais pobre do que a gente. Quase sinto compaixão, não fosse eu mudar o rumo de minha imaginação logo.
Confesso que sinto pânico às vezes ao pensar que certas pessoas com quem vivi intensamente ano passado -e outros, saíram tão abruptamente de minha vida. Me asfixia, mesmo, lembrar de todos os pequenos momentos e o quão verdadeiros foram e chegar a conclusão que acabaram por causa de homens, namoros e afins. Me alegra perceber quantas pessoas novas vieram participar de minha história, mesmo que não por muito tempo. Cada sonho, angústia e dúvidas que se esconde por trás de cada um me fascina. São tantos enredos incríveis por trás de rostos tão iguais... E sei que alguns destes levarão meu nome e um pedacinho de meu espírito em suas tramas e dramas. Como age a vida não é? Sempre cheia de surpresas e com um espelho enorme, que devolve a nós tudo o que damos. Intrigante tal perfeição no meio de tanta coisa errada.
Não acredito mais em horóscopo e estou em dúvida se creio em sorte e acaso. Convicções precisam ser constantemente reafirmadas, para serem de fato nossas, e estas ficaram na balança. Ainda me recuso a dar ouvidos a um tal de destino, que dizem, anda por aí soprando e empurrando a cada esquina. Loucura demais sermos manipulados a vida toda. Será?
Sempre me perco em devaneios, perguntas e busca da verdade. Haja tempo Adryan!
Falei demais por agora, fico por aqui. Bons sonhos e uma bela realidade para nós amanhã, beijo.
Sempre sem fim
É tão errado quando você tenta explicar pra buscar se entender.
Mas me deixa confusa quando diz "deixa pra lá", sem mais nem porque.
É muita razão para ser compreendida, é sentimento demais para ser apurado.
É melhor um entrave calado para aquietar um coração.
Verdade não se busca na história, se encontra na emoção.
...
Mas me deixa confusa quando diz "deixa pra lá", sem mais nem porque.
É muita razão para ser compreendida, é sentimento demais para ser apurado.
É melhor um entrave calado para aquietar um coração.
Verdade não se busca na história, se encontra na emoção.
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1 de jul. de 2012
Ignorância
Nós somos malevolentes. Não nos cumprimentamos, não queremos nos ver pela frente. Sabendo que toda picuinha passa, é uma graça teimar com você. Batalha de falta de inteligência, perda de tempo, birra de crianças. Temos mais em comum do que pensa, talvez seja essa a faísca que nos atiça. Volta e meia tudo volta ao normal, fica banal. Eu gosto de competição mas, gosto da sua visão. Passa tempo, passa, e acaba com essa pirraça que tá perdendo a graça.
Simples
Eu gosto do teu sorriso espelhado nos meus olhos e do teu cheiro quando prende na minha roupa. Me admira quem tu és longe de mim; me fascina quando rouba meu olhar. Insensatez? Só quando te perco.
Completo, no resto do tempo.
Completo, no resto do tempo.
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