Nada. Nada concreto. As tão desejadas palavras abrem caminho para tudo o que pode ser - ou não. O futuro transforma-se em presente imprevisível. As expectativas provocam apenas cócegas. O imaginário cessa.
Até quando?
Depende de cada pessoa, cada necessidade. O padrão é que o próximo desejo da lista ganhe voz e assim gradativamente. Por vezes, esses até fogem do círculo do amor... Três palavras, infinitos caminhos; calmaria. E a pergunta que ecoa é: Vício ou alento, o que vai ser?
As palavras são uma ponte entre o que pensamos e o que queremos que pensem de nós. Por isso, seus resultados não podem ser plenamente calculados, afinal todas as palavras são maleáveis. Assim como um eu te amo é afirmação e abre espaço para uma nova sentença.
Ao fim, quantas afirmações cobramos de nós mesmos?
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