28 de jul. de 2012

Folga, bem te quis!

Boa tarde, bela tarde (: Folguinha mais do que merecida hoje, desejada de veras. Trabalhar sábados à tarde é um saco, chato que só mas, pra variar faz parte. Último final de semana do mês e aí vem agosto, mês do desgosto, haha. Nem sabia disso, me disseram, terá lógica? Com ele voltam as aulas na Unisc e minha rotina retorna ao normal. Nem sei se isso é bom, achei que iria sentir falta das manhãs de estudo e das pessoas com "mente aberta" de lá. Que nada! Tirando algumas pessoinhas falta nenhuma me fez. Estranho, eu penso assim e meus colegas me dizem o contrário. Mau sinal? Tanto faz...
Fiz compras hoje. Nada que eu queria exatamente, tudo coisas que precisava. Como são opostas as sensações de conseguir o que quer e conseguir o que precisa. Sem graça nenhuma a segunda. Meu salário de logo menos já está todo destinado a prestações e gastos anteriores. Agora sei o que é trabalhar para pagar o que já foi gasto. Pensar nos 31 dias que vêm e não poder imaginar da maneira que quiser qual o destino das notinhas verdes mais amadas do mundo é desconsolador. Deveria havar um chip no nosso cérebro que nos aplicasse uma dose de choque toda vez que desejássemos gastar mais do que recebemos. Salvo caso de emergências. Mas não as de sapato, bolsa, perfume... Aiai, na verdade não sou tão consumista.
Estou lendo Marley e Eu, é maravilhoso. É fiel ao que um livro deve ser: Bem inscrito, inteligente e com doses de humor. Quem sabe um dia escrevo um desses. Já imaginou? Sessão de leitura com a autora Adryan Fuelber às três da tarde. Lindo! Voltando ao mundo de agora, gosto de ler livros que inspiraram filmes, mesmo depois de os ter olhado. Normalmente, a história escrita é melhor, passa a emoção verdadeira e guarda detalhes. Se o filme foi bom, poxa, quem dirá o livro!
Meu sonhos continuam irados, de tsunamis, casais apaixonados à pipoqueiras. Na loja que me arriam, dona dos sonhos mais loucos possíveis.
Me vou agora, fiquem bem.

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