Boa noite (: Julho, segunda metade do ano e, seus ares com gostinho de verão e histórias, chegaram. A primeira medida de tempo passou e, levando em conta todos os seus dias, foi rápido. A fase que continua a de ser corrida, repleta. Trabalhar de manhã até a tardinha e emendar a auto escola depois. Volto para casa quase 11 hrs da noite. Cansativo? Pra caramba. Mas vocês sabem que não gosto de adiar as coisas e tento ser objetiva por vezes. Aí está uma entre as origens de uma característica que atribuem a mim: Séria. Não nego. Meu senso de responsabilidade é idiota, travamos várias batalhas ao longo de pensamentos e, ele vence quase sempre por exaustão. No restante, concordamos.
Amanhã tenho a última prova do semestre, que se resume a Photoshop, algo que nunca pensei aprender. Mas nunca é igual impossível: merdas de palavras que não representam coisa alguma. Com todo o respeito, claro.
Hoje atendi a um senhor muito grosso no loja. Aquele tipo de pessoa que além de xingar, tenta descontar toda a raiva do mundo no vendedor, pois acha que este é pago para ouvir seus absurdos. Santa ignorância. Eu tentei responder mas, fui agredida por um bando de palavras repletas de razão e ódio. Ok. Sou grande o bastante para me poupar da discussão, ser simpática e chorar depois que ele fosse embora. Na maioria dos casos quem têm amargura no coração é mais pobre do que a gente. Quase sinto compaixão, não fosse eu mudar o rumo de minha imaginação logo.
Confesso que sinto pânico às vezes ao pensar que certas pessoas com quem vivi intensamente ano passado -e outros, saíram tão abruptamente de minha vida. Me asfixia, mesmo, lembrar de todos os pequenos momentos e o quão verdadeiros foram e chegar a conclusão que acabaram por causa de homens, namoros e afins. Me alegra perceber quantas pessoas novas vieram participar de minha história, mesmo que não por muito tempo. Cada sonho, angústia e dúvidas que se esconde por trás de cada um me fascina. São tantos enredos incríveis por trás de rostos tão iguais... E sei que alguns destes levarão meu nome e um pedacinho de meu espírito em suas tramas e dramas. Como age a vida não é? Sempre cheia de surpresas e com um espelho enorme, que devolve a nós tudo o que damos. Intrigante tal perfeição no meio de tanta coisa errada.
Não acredito mais em horóscopo e estou em dúvida se creio em sorte e acaso. Convicções precisam ser constantemente reafirmadas, para serem de fato nossas, e estas ficaram na balança. Ainda me recuso a dar ouvidos a um tal de destino, que dizem, anda por aí soprando e empurrando a cada esquina. Loucura demais sermos manipulados a vida toda. Será?
Sempre me perco em devaneios, perguntas e busca da verdade. Haja tempo Adryan!
Falei demais por agora, fico por aqui. Bons sonhos e uma bela realidade para nós amanhã, beijo.
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